Month: Novembro 2015

translúcida

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visceral

Quanto mais me despedaço despetalo mais floresço. Quanto mais me desperdiço me recrio e reinvento [toda vez que eu me perco além de margens retilíneas das possibilidades prováveis é quando acabo me achando dentro do fundo da íris de um olhar alheio além mar.] Copo vazio cheio de ar transpareço translúcida aurora que ainda assim não consegue não ser mistério e num impulso magnético de cair: voar!