Month: Junho 2015

desnascer e florescer

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visceral

(Para Laís Lapa) Hoje talvez eu pudesse escrever o verso mais dolorido [da minh’alma. Hoje, quando a calma me inunda tamanho é o desespero [perante a dor que anestesia. Se nascer dói, vos adianto que morrer um bocadinho por [dentro estando viva, também. O balanço é um só: vastidão, solitude. O vazio irriga minhas veias onde pulsara tanta vida. E pulsa! sempre pulsará. Ventre que carrega a vida. Vida que carrega o ventre, feito o […]